← Voltar ao blog 27 de agosto de 2025 · 2 min de leitura

Entendam o IRC e a IES Sem Complicações

Vamos ser sinceros: há palavras que só de ouvir já nos causam arrepios. “Finanças”, “declarações fiscais”, “prazo”, “IRC” e “IES” estão todas nessa lista, certo?

Mas e se vos disser que perceber o básico sobre IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) e IES (Informação Empresarial Simplificada) pode evitar multas, dores de cabeça e... crises existenciais em plena época de entregas fiscais?

Neste post, vamos explicar tudo de forma simples, direta e sem linguagem de contabilista pós-doutorado. 

Mulher surpreendida a apontar para texto informativo sobre IRC e IES, com fundo rosa — tudo o que precisam saber sobre obrigações fiscais em Portugal.
📑 Índice:

O que é o IRC?

O IRC é o imposto que incide sobre os lucros das empresas. Simples assim.

Se têm uma sociedade (mesmo que seja só vocês e o vosso gato como sócio silencioso), estão provavelmente sujeitos ao pagamento deste imposto. Este é calculado com base no lucro tributável da empresa – ou seja, o que sobra após deduzirem despesas consideradas relevantes pelas finanças.


E o que é a IES?

A famosa IES – Informação Empresarial Simplificada – é aquela declaração que junta vários relatórios numa só entrega: IRC, Estatísticas do INE, Banco de Portugal e Segurança Social. Tudo no mesmo pacote, com laço e tudo (não literalmente, claro).

Esta declaração pretende simplificar a vida das empresas. (E agora respirem fundo, que a ironia também faz parte da nossa jornada fiscal.)


Quem tem de entregar isto tudo?

Se têm uma empresa, mesmo que pequena, ou uma associação com contabilidade organizada, é muito provável que estejam obrigados a entregar IRC e IES. Trabalhadores independentes em nome individual geralmente escapam a isto – mas convém confirmarem com um profissional da área.


✅ Podem também querer ler: IVA: O Que É e Quando Devem Entregar às Finanças


Dicas para não entrarem em pânico (ou perderem dinheiro)

  • Façam uma boa gestão da contabilidade ao longo do ano
  • Falem com um contabilista certificado (os bons fazem magia)
  • Tenham atenção aos prazos – marquem no telemóvel, na agenda, escrevam na testa, o que for
  • Usem ferramentas de organização para manterem tudo em ordem


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Conclusão

Sabemos que falar de impostos não é sexy. Mas a verdade é que perceber minimamente estes temas pode poupar-vos grandes dores de cabeça. E, convenhamos, nada mais satisfatório do que entregar tudo a tempo e horas e ainda ter tempo para beber um copo de vinho (do Porto, claro).


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